sábado, 26 de março de 2016

"A Política Do Reino Para Os Deficientes"

Por Pr. Maarten Kuivenhoven


V0015876 Portrait of Oliver Caswell and Laura Bridgman reading emboss Credit: Wellcome Library, London. Wellcome Images images@wellcome.ac.uk http://images.wellcome.ac.uk Portrait of Oliver Caswell and Laura Bridgman reading embossed letters from a book. Lithograph by W. Sharp, 1844, after A. Fisher. 1844 By: Alanson Fisher and BouvÈ & Sharp.after: W. SharpPublished: 1844 Copyrighted work available under Creative Commons by-nc 2.0 UK, see http://images.wellcome.ac.uk/indexplus/page/Prices.html

Como o evangelho fala sobre deficiência dentro da igreja? Que lugar os deficientes tem no Reino de Deus? Esses assuntos são maravilhosamente abordados na graciosa história de redenção em 2 Samuel 9. Esse capítulo e a interação entre Davi e Mefibosete nos dá uma amostra da política do reino para os deficientes.

A Busca do Rei pelo Deficiente

O Rei Davi estava em busca de qualquer pessoa da casa de Saul a quem ele pudesse demonstrar bondade, por amor de Jônatas. Perceba que no versículo 1 a busca de Davi é motivada pela bondade. Ele não é movido por um motivo altruísta, mas pela bondade prometida em sua aliança com seu amigo Jônatas. O seu compromisso é mostrar amor àqueles que seriam considerados seus inimigos, àqueles que possivelmente poderiam roubar o seu trono. A sua busca resultou em Mefibosete, aleijado, cujo nome significa “o portador da vergonha”, na cidade de Lo-Debar, que significa “nada”.

Não há nada em Mefibosete que se possa elogiar à Davi. Ele carregou a vergonha da casa de seu pai, foi exilado e banido e era aleijado de ambos os pés. Davi poderia tê-lo ignorado ou deixado em Lo-Debar, mas ao contrário disso, ele mandou que Mefibosete fosse levado à sua presença.

Que cenário poderoso para a igreja acerca dos deficientes. O nosso compromisso para com os incapacitados não vem meramente de uma motivação altruísta – de ajudar àqueles que não podem se ajudar – mas é guiado pela bondade de um compromisso de dupla aliança – o compromisso de toda a igreja em educar suas crianças na doutrina e na admoestação do Senhor; e o compromisso de aliança do Rei Jesus para com a Igreja. Essa bondade busca os menos favorecidos no reino, que muitas vezes são esquecidos, e os traz à presença do Rei. Nesses versículos, o Evangelho fala a pessoas com uma vasta gama de deficiências – mentais, físicas, emocionais e espirituais. O evangelho fala àqueles que não tem nada do que se vangloriar em si mesmos. A aliança misericordiosa do rei Jesus que deve ser refletida na igreja busca e acha os deficientes e os traz à Sua presença. Se você conhece essa bondade constrangedora, então não deveria estar preocupado com os deficientes na igreja também?

O Rei Recepcionando o Deficiente

O coxo Mefibosete manca na presença do rei Davi. Ele fica ali, como um objeto de vergonha com nada a oferecer ao rei, exceto seu defeito. Ele se prostrou no chão do saguão real em miséria desprezível, sem dúvida pensando que esse era o fim da sua vida terrena. Mas Davi fala no versículo 7, “Não temas, porque usarei de bondade para contigo”. Essa duas palavras, “Não temas”, foram as melhores palavras que Mefibosete ouviria. Elas falam de paz ao seu coração e existência atribulados. E as palavras que se seguem são como chuva para sua seca alma, “porque usarei de bondade para contigo”. Ele esperava morrer, mas foi restaurado e favorecido pelo rei. Ele esperava raiva, mas recebeu bondade vinda dos céus.

O Evangelho fala sobre essa mesma mensagem poderosa àqueles que são deficientes, àqueles que foram marginalizados pela sociedade e até mesmo pela igreja. Frequentemente eles se encolheram com medo e vergonha, porque suas deficiências os impediram de participar dos meios regulares de graça. Aqueles com deficiência, mesmo que possuam um entendimento extremamente limitado, pertencem ao menor do reino. Eles também precisam do “Não temas” do Rei Jesus. Eles também precisam da bondade do Rei Jesus para suas almas. O Evangelho não impede estes de virem à presença do Rei, antes os convida à sua presença gloriosa, acalmando seus medos e falando bondades às suas almas.

A Provisão do Rei para o Deficiente

Como o Rei Davi provê para Mefibosete? Ele restitui a Mefibosete toda a herança de seu pai. Isso seria inédito naqueles tempos e, ainda assim, é exatamente o que acontece no versículo 7: “e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu comerás pão sempre à minha mesa”. E além da herança, ele promete uma provisão futura para o deficiente Mefibosete. A bondade de Davi não retém nada do homem deficiente; ele ministra sobre toda a pessoa de Mefibosete.

A bondade do Rei Jesus não retém nada dos deficientes em nosso meio. Nas últimas décadas a igreja começou a ver seu papel na institucionalização e na marginalização dos deficientes. Nós precisamos perguntar: Nós privamos os deficientes de sua herança no Evangelho? Muito frequentemente esse tipo de pensamento ainda influencia alguns dentro da igreja: os deficientes estão em melhor situação onde outros podem cuidar deles. Preferimos ter igrejas cheias de pessoas totalmente saudáveis a lidar com aqueles que nos desafiam com suas deficiências. Mas nosso desafio deveria ser alcança-los com o evangelho e devolver a eles o que é legitimamente deles no pacto da graça controlado pela bondade do Rei Jesus. Isso é desafiador, porque significa que a igreja deve receber calorosamente aqueles que podem fazer barulho e no início fazer com que nos sintamos estranhos no culto público. Significa que nós precisaremos gastar energia ensinando um a um a levar o evangelho para crianças e adultos deficientes. Significa que a igreja como corpo de Cristo deve demonstrar o coração daquele que é o cabeça da Igreja aos que são deficientes. Essas crianças que Deus confiou aos seus pais e à sua igreja são tão valiosas e merecedoras do evangelho quanto crianças que não possuem deficiência. Elas também foram criadas à imagem de Deus e são herdeiras do Reino de Deus (forma para a
administração do batismo).

A Adoção do Deficiente pelo Rei

Veja como Davi trata Mefibosete. Ele não simplesmente o coloca num quarto solitário, longe das atividades da casa real. Mefibosete é colocado no centro da família real. Davi o trata como um de seus filhos. No versículo 13 é falado enfaticamente, “Morava Mefibosete em Jerusalém, porquanto comia sempre à mesa do rei” (ênfase do autor). Ele senta à mesa do rei com Salomão, Adonias, Absalão e com a família real. Ele não é tratado como um exilado, mas recebe força e sustento da comida e da comunhão do rei. O rei adota Mefibosete como um dos seus, mesmo que ele não possa contribuir muito com a casa. Sua presença fala sobre benefícios intangíveis. Ele é um emblema da bondade e da graça do Rei.

Aqui novamente há um paralelo poderoso com o lugar do deficiente no reino de Deus. Eles não devem ser meramente postos num quarto silencioso à parte da vida e das atividades do reino. Eles devem ser tratados como filhos e filhas do Rei e devem se assentar em sua presença. Isso significa que eles estão debaixo dos meios de graça através dos quais o Rei fala. Esse paralelo fala sobre o lugar dos deficientes na mesa, até mesmo na Mesa do Senhor, quando eles são ensinados a discernir entre o corpo e o sangue do Senhor. Eles também devem receber força e cordialidade na Mesa do Senhor. Alguns podem ser tentados a pensar que pessoas deficientes não oferecem benefícios reais à igreja, ou que eles não são merecedores do evangelho. Mas o oposto normalmente é verdade. A própria presença deles no corpo da igreja não apenas beneficia a igreja, mas fala sobre a maravilhosa bondade do Rei Jesus.

A Cura dos Deficientes pelo Rei

Mefibosete era aleijado de ambos os pés e nunca lemos sobre sua cura. Mas o evangelho fala sobre a cura dos deficientes. Mefibosete foi curado da sua vergonha e reintegrado por Davi do seu banimento, e nós confiamos que ele viveu com esperança na cura futura, no cumprimento do reino.

Essa deve ser a grande esperança que o evangelho oferece aos pais e parentes daqueles entre nós que são deficientes, e a igrejas que os recebem em seu meio, preocupando-se com eles e nutrindo suas almas nessa vida. É por isso que nós os trazemos ao Rei em oração. É por isso que nós os trazemos à presença do Rei para ouvir sua voz de misericórdia e bondade. Não somos nós compelidos por nossas confissões a declarar e difundir o evangelho com suas promessas e ordenanças “a todos os povos e a todos os homens, aos quais Deus em seu bom propósito envia o Evangelho, com a ordem de se arrepender e crer” (Cânones de Dort, II.5)? É para isso que a igreja é chamada, a fim de que os deficientes também possam ter seus corações mudados pela bondade do Rei soberano, cujo prazer está na multidão de sujeitos, não importando quais habilidades ou deficiências eles tenham.

Na esperança do evangelho, também há a esperança na cura futura, na plenitude do reino de Cristo. O ressurreto Senhor da vida dá vida espiritual a crianças deficientes e tem prazer em toma-los para si e curar tanto corpo quanto alma. Isso é demonstrado pelo ministério de boas novas de Cristo, por sua bondade em curar alma e corpo de inúmeros deficientes (Lc 13:10-17). Reflitamos sobre o coração bondoso do Rei Jesus enquanto ministramos o evangelho aos deficientes. Que essa política do reino também seja a nossa política.
______________
maarten*Esse artigo foi originalmente publicado na revista The Banner of Sovereign Grace Truth (Edição online de Janeiro/Fevereiro/2016 , traduzido com permissão do autor.
**Rev. Maarten Kuivenhoven é pastor da Heritage Netherlands Reformed Congregation of Grand Rapids, Michigan, e estudante de doutorado no Calvin Theological Seminary, Grand Rapids, Michigan.
*** Tradução: Sara Mendonça - mulheres piedosas
****Extraído do blog: suzyscosta.blogspot.com

quarta-feira, 23 de março de 2016

10° Congresso De Teologia Vida Nova - DECLARAÇÃO SOBRE A ATUAL CONJUNTURA SOCIOPOLÍTICA DA NAÇÃO



Por ocasião do 10º Congresso de Teologia Vida Nova, nos dias 15 a 18 de março de 2016, em Águas de Lindoia, São Paulo, pastores, teólogos e líderes evangélicos de todo o Brasil se reuniram para refletir e discutir o papel e a contribuição da teologia evangélica para a sociedade e a cultura como um todo. Diante dos acontecimentos que têm agitado o país nos últimos meses, produzimos a seguinte declaração, conclamando os cristãos à confissão de pecados, ao repúdio da injustiça e à participação ativa neste momento crítico em nossa história nacional. 
 
Afirmamos que o Deus todo-poderoso, o único Soberano, Pai, Filho e Espírito Santo, que reina sobre todas as coisas e governa tanto a criação quanto as nações, levanta e destitui os poderosos, fazendo com que tudo, invariavelmente, atenda à sua vontade.  

Afirmamos a importância e a necessidade do envolvimento de cada cristão na sociedade, contribuindo para que a paz e a justiça do reino de Deus se estabeleçam em todas as áreas da vida pública. 

Afirmamos que a Igreja cristã, quando permanece fiel à sua missão — que consiste na pregação das Escrituras, na administração correta do Batismo e da Ceia — capacita cristãos a servirem a viúva, o órfão, o estrangeiro, o pobre e o que sofre violência (Jr 22.3; Zc 7.10). 

Como pastores e líderes, confessamos que não temos nos quebrantado diante da Palavra de Deus nem pregado as Escrituras como deveríamos. Confessamos também que não temos refletido o caráter de Cristo Jesus na esfera pública, deixando de tomar posições bíblicas claras e esquecendo o papel profético do púlpito. 

Como povo de Deus, confessamos que não temos exercido com toda a dedicação nossa vocação de ser sal e luz da terra (Mt 5.13-16) e que temos nos amoldado a uma mentalidade mundana. Confessamos nossa falta de amor pela Palavra e nossa negligência na oração em favor de nossos pastores, de nossas autoridades e da nação. Confessamos nosso desinteresse em influenciar positivamente os governantes e governados à luz da mensagem evangélica. 

Como cidadãos brasileiros, confessamos nossa adesão a ideologias estranhas à fé cristã, a indiferença diante da corrupção, a relativização da ética e do decoro, a busca pela realização de interesses próprios que têm gerado o desprezo pelas justas leis e pelos retos princípios da Constituição Federal. 

Repudiamos, sob o temor do Senhor, toda forma de idolatria ao Estado, iniquidade, conivência, omissão e dissimulação da impiedade. 

Repudiamos toda tentativa de silenciar e marginalizar a voz da Igreja cristã e da mensagem evangélica na esfera pública. 

Repudiamos o silêncio eloquente daqueles que, em nome de uma agenda ideológica iníqua, se eximem de fazer crítica profética a partir das Escrituras e, com isso, contribuem para a corrosão do estado democrático de direito. 

Repudiamos sobretudo a corrupção que desvia os recursos públicos e aumenta a pobreza e a desigualdade social. 

Repudiamos toda forma de relativização da Constituição Federal com o objetivo de atender a fins ideológicos espúrios, contrários ao bem da população como um todo. 

Repudiamos a desarmonização das esferas executiva, legislativa e judiciária e a usurpação de sua autonomia. 

Convocamos a assembleia dos santos a exercer sua cidadania terrena à luz de sua cidadania celestial, com engajamento e valorização da paz, da ordem e da justiça. A todos os que protestam pelas ruas do país, convocamos que o façam dentro dos parâmetros do respeito e da moderação, como pacificadores (Mt 5.9), entendendo que este é um momento oportuno de expressão do compromisso com a fé cristã. 

Por fim, convocamos a Igreja a que busque o Senhor em quebrantamento, orando pela nação e suplicando, especialmente, por um avivamento que procede do Espírito Santo. 

Em tudo isso, não esqueçamos a mensagem de nosso Senhor Jesus Cristo: 

“Não temas, eu sou o primeiro e o último.” (Ap 1.17) 

“No mundo tereis tribulações; mas não vos desanimeis! Eu venci o mundo.” (Jo 16.33)

 Águas de Lindoia, 17 de março de 2016 

Pastores, professores, missionários e líderes que desejam integrar a lista de signatários, por favor envie seu nome completo, função e instituição para o e-mail teologiabrasileira@vidanova.com.br



SIGNATÁRIOS:
Abelardo Nunes de Sousa Junior, presbítero da Igreja Apostólica Tessalônica.
Adilson Ferreira, pastor da Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão.
Adilton Cruz Coelho, diretor do Seminário Teológico Adonai.
Alcimar Laurentino dos Santos, pastor da Igreja do Nazareno-Zona Sul, Natal-RN.
Alessandra Vicente Pires de Carvalho, pastora da Igreja Videira do Vale Feliz.
Alex Gonçalves da Silva, pastor da Igreja Presbiteriana de Águas de Lindoia.
Ana Lúcia Alexandre Barbosa, diaconisa da Igreja Batista Nacional, João Pessoa-PB.
Ana Lucia Barbosa, seminarista do Seminário Teológico Adonai.
André Carvalho de Oliveira, diretor regional do Ministério Pregue a Palavra.
Angelino do Carmo Felizberto, pastor da Igreja Batista Central em Jardim Metrópolis, São João de Meriti-RJ.
Antonio Alberto de Melo Souza, pastor batista.
Antonio Carlos Corrêa da Silva, pastor da Igreja Batista Regular Filadélfia.
Antônio Coine, pastor presbiteriano da Igreja Presbiteriana Monte Sião de Botucatu-SP.
Arthur Wesley Dück, professor da Faculdade Fidelis.
Augustus Nicodemus Lopes, professor, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia-Go.
Áurea Bustorff, seminarista do Seminário Kadoshi, Igreja Batista Nacional Miramar, João Pessoa-PB.
Beatriz Rodrigues de Lima, musicista, Primeira Igreja Batista de Bauru-SP.
Benedito Sérgio Lourenço, pastor da Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão.
Cesário de Paula Conserva Junior, pastor da Missão Evangélica Pentecostal do Brasil.
Christian da Paixão França, pastor da Igreja Adventista da Promessa-SE.
Claudio de Souza Ferreira, pastor da Igreja Batista Monte Moriah, Brasília-DF.
Clemilton Lima da Silva, pastor da Igreja Congregacional Ide, Angra dos Reis-RJ.
Cristiane da Silva Alexandre, seminarista do Seminário Kadoshi, João Pessoa-PB.
Cristiane Siqueira de Carvalho, pastora da Comunidade Batista Bíblica.
Cristiano Camilo Lopes, pastor da Igreja Batista Fonte de Sicar, São Paulo.
Daniel Henrique Pereira Ribeiro, obreiro do Ministério Luz para os Povos.
Daniel Raimundo da Silva, presbítero da Igreja O Brasil para Cristo.
Danora Bachmann, teóloga, tesoureira, Ministério Avant.
Dante Pesqueira Andrada, professor e diácono da Igreja Batista Missionária de Pirapora.
Davi Charles Gomes, chanceler  da Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP.
Davi de Campos Munhoz, pastor da Igreja Batista Betel de Bauru-SP.
David Bachmann, pastor da Igreja Batista Antioquia Goianápolis-GO.
Dennis Callegari, pastor, presidente da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil.
Dilean Baptista de Melo Souza, reitor do Seminário Teológico Batista do Litoral Paulista.
Edilson Meirelles, pastor da Igreja Evangélica Videira.
Edmilson Bizerra, pastor, Igreja Batista Jardim Consórcio-SP.
Edson da Silva Santos, pastor da Igreja Congregacional, São Gonçalo-RJ.
Edson Luís Vieira, professor da Igreja de Cristo.
Edson Moises Costa, pastor da Igreja Hagnos, São José do Rio Preto-SP.
Eduardo Pyrrho De Oliveira, seminário Betel Brasileiro.
Edvaldo de Souza Pereira, pastor da Igreja Batista Central d Bairro da Luz, Nova Iguaçu-RJ.
Elaine Cristina Soares,   diretora do Seminário Betel Brasileiro de Santo André-SP.
Eli Roberto Teixeira, pastor da Igreja Batista Memorial em Interlagos-SP.
Elizabeth Alves Pinto, professora e coordenadora do Seminário Abba Centro de Estudos Avançados e Cristo para as Nações.
Elzangela Waleska Sales Lordão, coordenadora pedagógica do Seminário JUVEP, João Pessoa-PB.
Erisvaldo Veríssimo da Silva, pastor da Igreja Assembleia de Deus em Guarulhos-SP.
Edward Gusmão de Mello e Silva, pastor da Igreja Batista Betel, Bauru-SP.
Eucleme Lopes de Paula, pastor da Primeira Igreja Batista de Bebedouro-SP.
Eucleme Lopes de Paula Junior, pastor da Primeira Igreja Batista em Bebedouro-SP.
Euder Faber Guedes Ferreira, pastor, presidente da VINACC (Visão Nacional para a Consciência Cristã).
Evandro Batista Buzzo, pastor da Igreja Batista Jardim Progresso-SP.
Ezenildo Moura, pastor da Assembleia de Deus, Araruama-RJ.
F. Solano Portela Neto, presbítero, conferencista da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Fábio Bispo Da Silva, pastor da Igreja Adventista da Promessa.
Fares Camurça Furtado, pastor da Igreja Batista Sião.
Felipe Abreu, pastor da Igreja Presbiteriana da Colônia Santa Isabel, Betim-MG.
Flávio de Jesus Marques, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Brasília-DF.
Francisco Genciano Junior, pastor da Igreja em Santo André.
Francisco José da Silva Junior, pastor auxiliar da Igreja Batista Memorial em Interlagos-SP.
Franklin Ferreira, pastor batista, diretor geral do Seminário Martin Bucer.
Gerson Januário, pastor da Igreja Batista Central em Barra Mansa-RJ.
Gislania Aparecida Neves Andrada, secretária da Igreja Batista Missionária de Pirapora.
Gustavo Castro De Souza, pastor da Comunidade Batista Bíblica.
Heber Aleixo, pastor da Primeira Igreja Batista de Brazlândia-DF.
Hélder Cardin, professor do Seminário Bíblico Palavra da Vida, Atibaia-SP.
Herberte Henrique Barbosa, pastor do Seminário Betel Brasileiro, Brasília-DF.
Indalécio Gomes Cordeiro, pastor da Igreja Batista do Centenário em Conumbande.
Isaque Sicsú, pastor batista.
Ivan De Oliveira Santos, pastor da Igreja Batista em Nova Iguaçu-RJ.
Ivanei Carlos Martins da Silveira, pastor da Igreja Cristã Evangélica do Brasil.
Jacileide Lopes Conserva, líder de missões da Missão Evangélica Pentecostal do Brasil, João Pessoa-PB.
João Parreira de Carvalho, pastor da Comunidade Batista Bíblica.
Joelma Pereira Santiago Coelho, coordenadora pedagógica do Seminário Batista Getsemâni.
Jonas Madureira, pastor da Igreja Batista Nações Unidas-SP.
Jonathan Silveira, produção editorial e marketing de Edições Vida Nova.
José A. Pereira de Almeida, diretor do Seminário Betel Brasileiro, Brasília-DF.
José Carlos Souza, pastor da Igreja Batista em Vila Rosali, São João de Meriti-RJ.
José Celio de Souza, pastor da Igreja Batista Central do Bairro da Luz, Nova Iguaçu-RJ.
Josicleide Conserva da Silva Paiva, membro da Missão Evangélica Pentecostal Do Brasil, João Pessoa-PB.
Josivan Gomes Alfredo, pastor da Igreja Batista Nacional, João Pessoa-PB.
Karina Passos Marinho Barboza, professora do Seminário Batista do Norte de Minas.
Kenneth Lee Davis, diretor-executivo de Edições Vida Nova.
Laís Macena Marques de Oliveira, bacharel em Teologia, Igreja Batista Nacional, João Pessoa-PB.
Leila Parmeggiani Frank, missionária da World Team.
Lucio Ribeiro, pastor da Igreja Batista Betel de Ribeirão Preto-SP.
Lucitânia Verotti, musicista, Igreja Batista Nações Unidas.
Luís Cláudio Bernardes da Silva, seminarista, Igreja Evangélica Congregacional Nova Aliança - São Gonçalo.
Luís do Nascimento, pastor da Igreja Batista Independente.
Luiz André Barbosa, pastor-professor da Igreja Cristã Evangélica / Seminário Betel Brasileiro.
Luiz Antonio Batista Vieira, pastor da Igreja de Deus no Brasil.
Madson Gonçalves da Silva, teólogo - Historiador da Igreja Presbiteriana Nova Jerusalém - ES.
Manoel Severo, pastor da Igreja Ação Evangélica - ACEV.
Manuel Barbosa de Sousa, pastor da Igreja Presbiteriana Renovada do Gama.
Marcelo Dias, professor e pastor do Seminário Bíblico Palavra da Vida, Atibaia-SP.
Marcos Antônio de Andrade, pastor da Missão Evangélica Pentecostal do Brasil, Natal-RN.
Marcos Tarcísio Lopes, pastor da Igreja Batista Betesda, Itaguaí-RJ.
Maria Edinalva Alves Tavares, diretora acadêmica do Betel Brasileiro do Rio de Janeiro.
Maria José Pessoas de Queiroz, missionária do Seminário Betel Brasileiro, João Pessoa-PB.
Maria Leonor Carvalho Toledo, líder de Ministério de ensino e professora de EBD da Primeira Igreja Batista de Bauru.
Marilene do Amaral S. Ferreira, diretora acadêmica do Seminário Martin Bucer.
Marize Teles Cavalcante, missionária da Igreja Assembleia de Deus, Ministério São Paulo.
Mauro Fernando Meister, pastor da Primeira Igreja Presbiteriana da Barra Funda-SP.
Midian Conserva de Sousa, presbítera da Missão Evangélica Pentecostal do Brasil - PB.
Miguel Arcanjo Soares Neto, pastor da Missão Evangélica Pentecostal do Brasil, Natal-RN.
Miguel Lucas Cartaxo Soares, membro da Missão Evangélica Pentecostal do Brasil, Natal-RN.
Misael Lins Da Silva, pastor da Igreja Batista Filadélfia, Natal - RN.
Nancy Batista Sousa, seminarista, Primeira Igreja Batista Cruz Das Almas - BA
Ney Vagner Silva Rodrigues, pastor da Missão Evangélica Pentecostal do Brasil - Fortaleza-CE.
Norma Cristina Braga Venâncio, escritora, Igreja Presbiteriana do Pirangi, Natal-RN.
Oswaldo Luiz Gomes Jacob, pastor  da Segunda Igreja Batista em Barra Mansa-RJ.
Otiniel Mendes Lauriano, evangelista da Igreja de Deus no Brasil.
Patrícia Shedd, esposa de pastor.  
Patrício de Brito Vasconcelos, pastor da Igreja Batista Nacional, João Pessoa - PB.
Paulo Márcio de Moraes Cirelli, pastor da IBEC - Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão.
Paulo Pereira de Andrade, pastor da Igreja Batista da Granja Viana - SP.
Pedro  Baccarat, pastor da Primeira Igreja Batista Jd. das Imbuias.
Péricles Lopes de Melo, pastor da Igreja Betel Brasileira, Fortaleza-CE.
Priscila Antunes dos Anjos, seminarista, Instituto Presbiteriano Mackenzie.
Rafael Fcachenco Filho, pastor da Igreja Batista Betel de Bauru-SP.
Renan Guedes Hart, ministro de música da Primeira Igreja Batista de Sobradinho-DF.
Renato Vargens, pastor    da Igreja Cristã da Aliança de Niterói-RJ.
Ricardo Aparecido dos Reis, pastor da Igreja Batista Cristo Redentor.
Roberto do Amaral Silva, pastor  e professor da Segunda Igreja Batista de Goiânia.
Roberto Soares Filho, seminarista, Igreja Batista Nova Jerusalém em Campinas-SP.
Rodrigo Bibo de Aquino, membro da Igreja do Evangelho Eterno-SC.
Ronaldo Almeida Lidório, pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Rosangela dos Santos Barreto Gonçalves, professora de Teologia do Seminário Teológico Congregacional do Rio de Janeiro.
Rosivania Lúcia Silva Tosta, pastora, diretora do Seminário Batista Getsemâni.
Russell Shedd, pastor.   
Ruth Helena Lima, coordenadora de grupo de mulheres do Projeto Água da Vida.
Samuel Alves Silva, bispo da Igreja de Deus no Brasil - Aparecida de Goiânia.
Sandra Ferreira, diretora acadêmica do Seminário Betel Brasileiro Volta Redonda.
Sandra Luzia da França, seminarista, Primeira Igreja Batista Cruz das Almas-BA.
Sandra Roger, missionária do Projeto Amar - Manaus-AM.
Sandro Ricardo Baggio, pastor do Projeto 242, São Paulo.
Selma Pereira Lopes, membro da Igreja Betel Brasileira, Fortaleza-CE.
Sérgio Siqueira Moura, gerente de Produção Editorial de Edições Vida Nova.
Sinara de Cassia Vieira, pastora da Igreja Presbiteriana Independente de Bocaina.
Suzete Machado Cirelli, membro da IBEC - Igreja Bíblica Evangélica da Comunhão.
Tania Roberta Carrijo Teles, secretária e tesoureira da Igreja de Deus no Brasil - Jardim Buriti Sereno.
Tiago Alexandre da Silva, professor do Ministério Pregue a Palavra.
Tiago José dos Santos Filho, pastor batista, diretor pastoral do seminário Martin Bucer - Editora Fiel.
Valdeci Paulino de Moraes, pastor da Casa de oração para todas as nações-MG.
Valdejane do Nascimento, pastor da Missão Evangélica Pentecostal do Brasil-PB.
Valdemar Kroker, editor de Edições Vida Nova.
Vanessa Cristina de Oliveira Vieira, professora da Igreja de Cristo.
Vania Carvalho, supervisora de Marketing de Edições Vida Nova.
Vinícius Musselman Pimentel, fundador do blog Voltemos ao Evangelho, Igreja Batista.
Wallacce Oliveira Correa, pastor do Projeto Água da Vida.
Walter Mcalister, bispo-primaz da Igreja Cristã de Nova Vida.
Wilma Feitosa Coelho, missionária da IBN Restaurando Vidas.
Wilson Melo Ribeiro, pastor da Assembleia De Deus Pioneira - Amapá.
Wilson Porte Jr., professor e pastor na Igreja Batista Liberdade, Araraquara-SP.


Reproduzido do blog: suzyscosta.blogspot.com

Manifesto Evangélico Pelo Estado De Direito - Iniciativa Missão Na Integra


Nestas últimas semanas, a nação brasileira tem vivido momentos de aflição, angústia e ódio. A ausência de serenidade e cautela, nesta hora crítica, tem despertado muita preocupação e tememos que o acirramento provocado venha custar vidas humanas.
Conquanto tenhamos entre os membros de nosso movimento, como em todo o universo evangélico, as mais diversas opiniões políticas, ideológicas e opções partidárias, há em comum a pregação da tolerância, da paz e da justiça, conforme a orientação das Escrituras Sagradas. Desejamos, neste manifesto, nos posicionar a respeito desses acontecimentos.Todos os signatários deste manifesto declaram que:

• como cristãos, rejeitamos e denunciamos com veemência a corrupção, a iniquidade, a impunidade e o ataque ao Estado Democrático de Direito. Esses desvios fazem com que o pão não esteja na mesa do pobre, e deixem os enfermos e os órfãos desamparados.

• entendemos que a corrupção e a impunidade têm sido problemas endêmicos na sociedade brasileira. E que a indignação de todos nós contra isso é justa e profética. Contudo, rejeitamos igualmente toda indignação pecaminosa que suplante o ordenamento jurídico, que aja com parcialidade e dissemine o ódio e o desejo de vingança entre os brasileiros.

• somos favoráveis a que todos, em quaisquer posições que ocupem ou de quaisquer camadas da sociedade, denunciados na forma da lei por possíveis crimes, sejam investigados e julgados. Porém, só se faz justiça civil pela aplicação rigorosa e exclusiva da lei. Não concordamos que os ritos necessários para o juízo legal sejam adulterados apenas para atender ao clamor público.

• rejeitamos a postura midiática tendenciosa com divulgações editadas dos processos investigativos. Essa prática irrefletida apenas tem promovido dias de aflição e angústia para os brasileiros, além de propagar o ódio e a intolerância com quem pensa de forma diferente sobre a condução dos processos. Por isso, nós pedimos à nação, e em especial aos nossos irmãos em Cristo, muita cautela e serenidade, e que o desejo de justiça não nos torne injustos.

• sabemos que os gritos de “crucifica-o" são motivados, muitas vezes, por gente mal intencionada e isso pode nos trair e nos levar a julgamentos precipitados. Entendemos que condenar alguém, antes que todo o processo investigativo seja concluso, antes que se dê amplo direito de defesa, e antes que um tribunal dê sua sentença final, constitui um perigoso precedente para que quaisquer poderes, seja o Executivo, o Legislativo ou o Judiciário, excedam os seus limites constitucionais.

• exigimos respeito ao voto. Toda eleição é uma convocação e um embate entre eleitores, e o voto é o suporte da legitimidade. Se a escolha dos eleitores corre o risco de ser invalidada, tem de haver um processo segundo o ordenamento jurídico, logo, isso tem de ocorrer de forma isenta e sob o império da Lei. O mandato outorgado pelo povo, por meio do voto, não pode ser levianamente questionado.

• rejeitamos todo ódio. O ódio, constatado muitas vezes nos discursos de figuras públicas, incita a violência e isso, segundo a nossa fé, é diabólico e não pode ser admitido entre os que constituem a Igreja do Senhor Jesus em solo brasileiro. Cabe a todo cristão a tarefa de ter paz com todos, seja em serviço ao próximo, seja em tolerância com quem pensa diferente, sendo capaz de amar e interceder por seu oponente. Intercessão que, rogamos, seja feita por nossa nação.

• defendemos que as investigações devam continuar, que as provas sejam coletadas e os responsáveis sejam arguidos pelos tribunais, conforme o estabelecido nas leis brasileiras. Que não haja privilégios para qualquer pessoa investigada, independente de posição ou partido político.

• defendemos a democracia como valor inexorável da Nação e não aceitaremos que nada possa interferir no Estado de Direito. Queremos que a institucionalização seja observada e que prevaleça a serenidade necessária para que o estado democrático seja preservado.

• reiteramos que "a voz" das ruas deve ser ouvida, mas o limite é a Constituição Brasileira. Cremos que todos devem ser investigados, mas dentro das garantias constitucionais. Que o voto e a escolha da maioria devem ser honrados, como reza a lei. Cabem às instituições, designadas democraticamente para tal, a garantia do Estado de Direito, a fim de que quaisquer cidadãos tenham seus direitos respeitados.

Para tanto permaneceremos em vigília e em orações.

Que o Senhor nos faça instrumentos da sua paz e da sua justiça.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Rastros De Ódio

Por:  Maurício Dias

JK viveu uma história similar àquela que hoje envolve Lula. Mas há outros exemplos
publicado 19/02/2016 
Juscelino Kubitschek

O cerco ao ex-presidente Lula é, em quase tudo, parecido com os métodos e os meios usados contra JK
O golpismo tem sido o eixo da reação radical da direita brasileira após ter fracassado nas urnas. O método geralmente funciona em modo de revezamento. Quando não age em bloco, ora convoca os quartéis, ora bate à porta da Justiça com o intuito de interromper a normalidade constitucional. 

Esses movimentos contam com o apoio e o aplauso da mídia.


Assim tem sido o comportamento dessas forças políticas. Intolerantes com as regras da democracia 
reagem radicalmente quando perdem a disputa do poder pelo voto dos eleitores. 

Essa história, já longa, tem deixado um rastro de ódio na claudicante história da república brasileira.
Os insurgentes com todo o apoio que possuem sofreram, porém, mais derrotas até aqui. Mas quem os supera na disputa eleitoral paga preço alto. O presidente Getúlio Vargas, eleito contra eles, pagou com a vida.

Pagou Juscelino Kubitschek, quando pretendia voltar à Presidência, e pagou João Goulart, que assumiu após a renúncia de Jânio Quadros. JK e Jango foram para o exílio. Está pagando Lula, em seu nome e em nome de Dilma, pelas quatro competições vencidas. Querem ver na cadeia o ousado e desafiador metalúrgico.

O cerco de agora ao ex-presidente Lula é, em quase tudo, parecido com os métodos e os meios usados contra JK, acusado por “corrupção ativa e passiva”. Após autorizar a construção da ponte Brasil-Paraguai sem licitação, o presidente aumentou a reação dos perdedores, a UDN essencialmente, cobrando o preço da derrota. 

JK balançou, mas não caiu e manteve o conhecido sorriso. O cerco ao ex-presidente Lula lembra em quase tudo o sofrimento político de Kubitschek. Quase por quê?
Vargas-Jango-JK-Lula
O denominador comum entre eles é que não agradam à casa-grande
A dimensão da suposta propina recebida por JK na ocasião tinha um valor muito maior do que a soma, de hoje, do sítio em Atibaia e do triplex de um edifício plantado à beira-mar na esmaecida Guarujá, em São Paulo: um prédio de oito andares, na orla carioca. Mais precisamente na Avenida 
Vieira Souto, número 206, na glamourosa Ipanema, no Rio de Janeiro. 

JK teria favorecido também a um empreiteiro ao não fazer licitação para a construção da ponte entre o Brasil e o Paraguai. Foi investigado por “corrupção ativa e passiva” no âmbito do Supremo Tribunal Federal.

Em 1971, no período mais punitivo da ditadura militar, a Ação Penal 529/71 foi arquivada na 5ª Vara Federal, no Rio, então Estado da Guanabara.

Votos dos ministros do STF estão anexados ao processo. Eis um trecho da decisão do ministro Gonçalves de Oliveira: “Não há indício de culpabilidade do presidente Juscelino Kubitschek. De resto, os inquéritos foram feitos sem nenhuma garantia de defesa...”

Nesse sentido caminha a devassa proposta pelos procuradores na vida da família Lula da Silva.
Se não fosse cassado, JK teria sido um candidato na eleição presidencial de 1965. Embora com viés político diferente, a situação aproxima JK de Lula, um nome imbatível para a eleição de 2018. 

Vão prender Lula ou vão cancelar a eleição de 2018?

*Reproduzido por Suzy Costa do Blog: www.cartacapital.com.br/revista/889/rastros-de-odio

sábado, 19 de março de 2016

Michael Fox na Tv Americana: A Direita Golpista Brasileira Financiada por Grupos Econômicos dos EUA

 
Quando nas primeiras movimentações dos golpistas nas ruas, em março de 2015, vários blogueiros denunciaram o financiamento da direita fascista brasileira foram tratados como adeptos da teoria da conspiração.

Agora, um jornalista estadunidense, especialista em política latino americana, diz com todas as letras que o Tea Party estadunidense financia agremiações de extrema-direita como os Revoltados Online, Vem Pra Rua e Movimento Brasil Livre.

No vídeo abaixo, uma tradução do original “Koch Brothers’ Funds Backs Anti-Dilma Protests in Brazil”, produzido pela organização e agência de notícias independente The Real News, o jornalista Michael Fox, um dos autores do livro Transições turbulentas da América Latina- O futuro do Socialismo no século XXI é o entrevistado.